Camapuã recebe selo de excelência por atuação no Serviço de Família Acolhedora durante congresso internacional

Reconhecimento foi entregue durante o I Congresso Internacional de Acolhimento Familiar, realizado no Rio de Janeiro, com participação de representantes de MS.

Publicado em 17/08/2026 às 18:12 - do Idest, JWC - Em Variedade

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(Divulgação TJMS)

O município de Camapuã recebeu um selo de excelência pela qualidade, responsabilidade e eficácia na execução do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora. O reconhecimento foi entregue durante o I Congresso Internacional de Acolhimento Familiar - Rio 2026, realizado no Rio de Janeiro.

Rede de proteção participou do congresso

A equipe técnica da Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), representada por Doemia Ignes Ceni e Renata Giancursi, participou do evento ao lado da assistente social da comarca de Camapuã, Dirlene Colla.

O congresso promoveu debates sobre práticas de proteção à infância e reuniu representantes do Ministério Público de diversas regiões, famílias acolhedoras, palestrantes internacionais e autores reconhecidos pelo trabalho relacionado ao acolhimento familiar.

A delegação de Camapuã contou ainda com a presença do prefeito Manoel Nery, da secretária municipal de Assistência Social, Terislene Nery, e da equipe técnica do município, formada por Ana Carina Carvalho, Fabiana Oliveira e Rose França.

Reconhecimento ao trabalho integrado

A conquista do selo destaca o trabalho articulado entre diferentes setores da rede de proteção. Segundo as informações apresentadas, a atuação da CIJ/TJMS, o trabalho da assistente social Dirlene Colla no Fórum local e o empenho da gestão municipal e da equipe técnica têm contribuído para a execução do serviço.

O objetivo é garantir atendimento humanizado e seguro às crianças e aos adolescentes atendidos pelo programa.

Família Acolhedora

O Serviço de Família Acolhedora é uma modalidade de medida protetiva destinada a crianças e adolescentes que precisam ser temporariamente afastados de suas famílias de origem.

Diferentemente do acolhimento institucional, realizado em abrigos, a modalidade proporciona cuidado individualizado, afeto e rotina em um ambiente familiar qualificado e acompanhado por profissionais.

A expansão e o fortalecimento do serviço estão previstos no Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária (2025-2035), que incentiva a transição do modelo institucional para o familiar e busca garantir que o desenvolvimento de crianças e adolescentes ocorra em ambientes com vínculos afetivos saudáveis.