MS registra 12,8 mil casos prováveis de chikungunya em 2026 e 28 mortes confirmadas
Dados do Boletim Epidemiológico da 28ª semana mostram números de chikungunya, dengue, óbitos em investigação e doses aplicadas da vacina.

Mato Grosso do Sul registrou 12.803 casos prováveis de chikungunya em 2026, com 9.686 confirmações, segundo o Boletim Epidemiológico da 28ª semana publicado pela SES na quinta-feira (23). Até o momento, 28 óbitos pela doença foram confirmados e um permanece em investigação.
Foram contabilizados óbitos confirmados nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã e Nioaque. O boletim também registra 114 casos confirmados da doença em gestantes.
Dengue: 4.718 casos prováveis e 1.815 confirmações
Em relação à dengue, o Estado contabiliza 4.718 casos prováveis, com 1.815 confirmados em 2026. Não há óbitos confirmados pela doença no período, enquanto dois casos permanecem em investigação.
Nos últimos 14 dias, municípios como Alcinópolis, além de Praíso das Águas, Santa Rita do Pardo, Jaraguari, Fátima do Sul, Angélica, Dois Irmãos do Buriti, Paranhos, Nioaque, Chapadão do Sul, Sidrolândia, Itaquiraí, Ladário, Três Lagoas, Jardim, Caarapó e Campo Grande registraram baixa incidência de casos confirmados.
Vacinação contra dengue: 223,3 mil doses aplicadas
O boletim informa que Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e aplicou 223.322. Desse total, 201.349 foram administradas na população-alvo.
O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária apontada no boletim como a que concentra maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.
Orientações à população
A orientação para a população, conforme o boletim, é procurar uma unidade de saúde ao apresentar sintomas de dengue ou chikungunya e evitar automedicação.
Também é recomendado eliminar recipientes que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.
