Boletim aponta 28 mortes por chikungunya e 1,8 mil casos confirmados de dengue em MS

Secretaria de Estado de Saúde também contabiliza 9.729 casos confirmados de chikungunya e reforça a importância da vacinação e da prevenção contra o Aedes aegypti.

Publicado em 31/07/2026 às 12:37 - do Idest - Em Saúde

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(nuzeee/Pixabay)

Mato Grosso do Sul registrou 28 mortes por chikungunya e 1.828 casos confirmados de dengue em 2026, conforme o Boletim Epidemiológico da 29ª semana epidemiológica, divulgado nesta quinta-feira (30) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). O levantamento também mostra que a chikungunya segue avançando no Estado, com 9.729 casos confirmados da doença.

Chikungunya segue em alta

Segundo a SES, Mato Grosso do Sul contabiliza 12.735 casos prováveis de chikungunya, dos quais 9.729 já foram confirmados. Os 28 óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã e Nioaque. Um outro óbito permanece em investigação.

O boletim também registra 114 casos confirmados da doença em gestantes.

Situação da dengue

Em relação à dengue, o Estado soma 4.760 casos prováveis, sendo 1.828 confirmados. Em 2026, foi confirmado um óbito pela doença, de um morador de Bonito, enquanto outros dois casos seguem em investigação.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Santa Rita do Pardo, Nioaque, Paranhos, Sidrolândia, Itaquiraí, Três Lagoas e Chapadão do Sul registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.

Vacinação e prevenção

Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e já aplicou 223.322. Deste total, 201.349 doses foram destinadas ao público-alvo, formado por crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias. O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

A Secretaria de Estado de Saúde orienta que pessoas com sintomas de dengue ou chikungunya procurem uma unidade de saúde e evitem a automedicação. A recomendação também é eliminar recipientes que possam acumular água parada, contribuindo para reduzir a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas doenças.