Suspeito de homicídio morre após troca de tiros com o Choque em Maracaju
Edilson Gonçalves Vilhalba, de 38 anos, conhecido como “Dito”, foi baleado durante ação policial na noite de quinta-feira (15); arma, drogas e motocicleta foram apreendidas.

Edilson Gonçalves Vilhalba, de 38 anos, conhecido como “Dito”, morreu após trocar tiros com policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar na noite de quinta-feira (15), em Maracaju. Segundo a Polícia Militar, ele teria atirado contra a equipe e fugido pelos telhados de casas vizinhas antes de ser localizado e atingido pelos disparos.
Os policiais foram até uma residência para averiguar uma denúncia anônima de tráfico de drogas. Ao chegarem ao local, encontraram Edilson armado em frente ao imóvel.
Suspeito fugiu pelos telhados
Conforme o relato policial, Edilson disparou contra a equipe e fugiu pelos telhados das casas vizinhas. Os militares cercaram a região e o localizaram sobre um dos telhados, ainda com a arma em mãos.
Segundo a PM, ele recebeu ordem de parada, mas teria avançado contra os policiais. Os militares efetuaram disparos que o atingiram.
Edilson foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Maracaju, mas não resistiu aos ferimentos.
Arma, drogas e motocicleta foram apreendidas
Durante as buscas na residência, os policiais encontraram tabletes de uma substância semelhante à maconha e uma motocicleta Honda Titan preta. Um revólver calibre .38 também foi apreendido.
A polícia suspeita que a motocicleta fosse utilizada no tráfico de drogas e possa ter sido empregada em um homicídio ocorrido no município. Essa possível ligação ainda será investigada.
Histórico policial
De acordo com registros policiais, Edilson esteve envolvido em ocorrências entre 2010 e 2014. Em 2011, foi apontado como autor em registros de homicídio e tentativa de homicídio, além de ocorrências relacionadas à posse e ao porte ilegal de arma de fogo.
Nos anos seguintes, também foi registrado como suspeito em outras ocorrências de tentativa de homicídio, em 2013 e 2014, e por porte ilegal de arma. O histórico inclui ainda registros relacionados à direção sem habilitação e à embriaguez ao volante, em 2012.
A Perícia Técnica foi acionada para examinar o local do confronto. A ocorrência também será acompanhada pela Polícia Judiciária Militar.
