Polícia Civil cria Núcleo de Operações Aéreas para reforçar combate ao crime organizado em Mato Grosso do Sul
Nova estrutura ficará vinculada ao Gabinete do Delegado-Geral e terá atuação estratégica no planejamento e execução de operações aéreas em todo o Estado.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul deu mais um passo no fortalecimento de sua capacidade operacional com a criação do Núcleo de Operações Aéreas (NOA). A nova unidade, instituída por meio de Portaria Normativa publicada nesta sexta-feira (26) no Diário Oficial do Estado, será vinculada diretamente ao Gabinete do Delegado-Geral da instituição.
O NOA foi criado com a missão de ampliar e qualificar o emprego da estrutura aérea da Polícia Civil em todo o território sul-mato-grossense, com foco no enfrentamento ao crime organizado, por meio de maior agilidade operacional, integração entre setores e comando centralizado.
Estrutura para ampliar a capacidade operacional
De acordo com a Polícia Civil, o novo núcleo funcionará como unidade de assessoramento direto, planejamento tático e controle operacional. Entre suas atribuições estão o auxílio no planejamento e na priorização de missões aeropoliciais, o recebimento, a regulação e a autorização de voos operacionais, de transporte tático e de apoio institucional.
O NOA também será responsável pelo monitoramento de ações de policiamento aeroterrestre em apoio aos departamentos da Polícia Civil, além da identificação de cenários e demandas em que o emprego de aeronaves seja necessário para o êxito de operações de combate ao crime organizado.
Resposta mais rápida em operações sensíveis
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Lupersio Degerone, a criação do núcleo reforça a estratégia institucional de enfrentamento permanente ao crime organizado.
"A Polícia Civil está comprometida no enfrentamento permanente do crime organizado, utilizando toda nossa estrutura de pessoal e equipamentos para garantir um combate efetivo ao crime e manter nosso Estado como um dos mais seguros do país, com excelentes índices e indicadores de segurança pública", afirmou.
A portaria estabelece ainda que, em situações de urgência ou de relevante interesse público, o acionamento das tripulações e da estrutura aérea poderá ser realizado diretamente pelo Delegado-Geral, sem a necessidade de cadeia escalar intermediária, garantindo maior rapidez na resposta a operações consideradas sensíveis.
