Mãe atacada com foice segue em estado grave após ver morte de bebê

Informação inicial apontava morte da vítima, mas hospital confirmou que ela segue internada em estado grave

Publicado em 31/08/2026 às 14:01 - do Idest, com informações do CGNews - Em Policial

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(Divulgação Polícia Civil)

A mulher que foi ferida a golpes de foice durante um ataque dentro de casa, na madrugada deste domingo (30), em Aral Moreira, segue viva e internada em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital da Vida, em Dourados. A informação sobre a morte da vítima foi corrigida pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (31).

Inicialmente, a informação recebida pela polícia na Delegacia de Coronel Sapucaia era de que a mulher não havia resistido aos ferimentos. No entanto, após contato direto com o Hospital da Vida, o delegado Lucas Calixto, responsável pelas investigações, confirmou que ela permanece hospitalizada.

A mulher é mãe do bebê de cinco meses que morreu durante o mesmo ataque.

Ataque aconteceu durante a madrugada

O crime ocorreu por volta das 2 horas, em uma residência de Aral Moreira, na região de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

Conforme registrado no boletim de ocorrência, o suspeito teria invadido a casa da família e utilizado uma foice para atacar as vítimas. A arma foi apreendida pelas autoridades com vestígios de sangue.

A mulher foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros em estado grave e posteriormente encaminhada ao Hospital da Vida, em Dourados, onde permanece internada na UTI.

Criança conseguiu fugir e pedir ajuda

Durante o ataque, uma criança de 5 anos que estava na residência conseguiu fugir para uma área de matagal. Posteriormente, ela pediu ajuda a moradores da região.

A Polícia Nacional do Paraguai foi acionada e participou dos primeiros atendimentos, além de auxiliar na preservação do local até a chegada da Polícia Civil e da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul.

Suspeita é de vingança

Segundo informações registradas pela polícia, o suspeito mora nas proximidades e teria admitido o ataque a populares, alegando que agiu por vingança.

A principal suspeita é de que a motivação esteja relacionada a um desentendimento anterior com o pai do bebê e marido da vítima. A discussão teria ligação com uma motocicleta que supostamente foi queimada.

O pai da criança chegou à residência após o crime. Conforme a polícia, ele apresentava sinais de embriaguez e afirmou que não presenciou o ataque.

Investigação continua

Com a correção da informação sobre o estado de saúde da mulher, ela permanece considerada vítima de tentativa de homicídio, enquanto a morte do bebê é investigada como homicídio qualificado.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Matéria editada às 11h50 para correção de informações.