Homem com tornozeleira eletrônica é preso suspeito de cometer dez furtos e tentativas durante a madrugada
Segundo a investigação, homem de 38 anos teria cometido sete furtos e três tentativas em um intervalo de cerca de três horas.

Um homem de 38 anos foi preso em flagrante, em Batayporã, suspeito de cometer uma sequência de dez crimes patrimoniais durante a madrugada. Segundo a Polícia Civil, foram registrados sete furtos consumados e três tentativas em estabelecimentos comerciais. A prisão ocorreu na terça-feira (1º).
Crimes ocorreram em cerca de três horas
De acordo com a investigação, os crimes aconteceram entre aproximadamente 22h40 e 1h40. O suspeito teria passado por diferentes estabelecimentos, arrombando portas e vitrines de vidro do tipo blindex.
As vítimas foram atendidas pela Delegacia de Polícia Civil de Batayporã, que registrou as ocorrências e iniciou as investigações em conjunto com a Delegacia de Nova Andradina. A análise de imagens de câmeras de segurança permitiu identificar o homem.
Suspeito teria trocado de roupa
Ainda conforme o levantamento policial, o homem teria trocado de roupas em diferentes momentos durante a sequência de crimes, na tentativa de dificultar o reconhecimento pelas imagens de segurança.
Segundo a PCMS, o suspeito utilizava tornozeleira eletrônica e já havia sido preso menos de 15 dias antes por delitos semelhantes em Nova Andradina. Mesmo sob monitoramento, ele teria voltado a praticar crimes, conforme a investigação.
Prisão ocorreu às margens da MS-134
O homem foi localizado nas proximidades da Fazenda Siriema, às margens da Rodovia MS-134, enquanto seguia em direção ao distrito de Casa Verde.
Com ele, os policiais encontraram uma bicicleta, aparelhos e carregadores de celular, cigarros, roupas e mais de R$ 1 mil em cédulas e moedas. Também foi apreendida uma chave de fenda que, de acordo com a investigação, pode ter sido utilizada nos arrombamentos.
O suspeito foi autuado em flagrante por sete furtos qualificados consumados e três tentados. Diante da reiteração criminosa e da suspeita de que a monitoração eletrônica não teria sido suficiente para impedir novos delitos, a autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.
