Mortos em confronto com a PM na MS-223 eram suspeitos de integrar o Comando Vermelho
Carlos, de 30 anos, e Maxwel, de 22, eram investigados por homicídios recentes em Costa Rica, segundo a Polícia Militar.

Os dois homens mortos durante confronto com a Polícia Militar na MS-223, entre Figueirão e Alcinópolis, na tarde de domingo (23), eram apontados como integrantes do Comando Vermelho e suspeitos de envolvimento em homicídios recentes em Costa Rica. Carlos, de 30 anos, e Maxwel, de 22, eram monitorados pelas forças de segurança antes da ocorrência.
Suspeitos eram investigados por homicídios
Segundo a Polícia Militar, a dupla era investigada por mortes registradas nos dias 1º e 10 de agosto, em Costa Rica. A apuração era realizada em conjunto pelas polícias Militar e Civil do município.
Os investigadores haviam identificado veículos e locais que estariam relacionados ao armazenamento de armas utilizadas em execuções anteriores. A partir dessas informações, os suspeitos passaram a ser monitorados.
A PM informou que, antes do confronto, os dois seguiam em direção a Alcinópolis, um deles em um Fiat Uno e o outro em uma motocicleta.
Armas serão periciadas
Após a ocorrência, foram apreendidas uma pistola calibre .40, com 11 munições, e um revólver calibre .38. Outras 25 munições foram encontradas no interior do automóvel, além de roupas e objetos que, segundo a polícia, poderiam ser utilizados em um novo crime.
A principal suspeita é de que a pistola calibre .40 tenha sido utilizada nos homicídios registrados nos dias 1º e 10 de agosto. A arma será submetida à perícia balística.
Antecedentes
Conforme as informações policiais, Carlos possuía registros por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de uso restrito, ameaça, estelionato e associação criminosa. Ele também era apontado como executor de homicídios em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
Maxwel possuía registros relacionados ao envolvimento com facção criminosa.
A operação contou com apoio da Polícia Militar de Figueirão, Batalhão Rural, Força Tática de Coxim e Comando da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar.
A investigação sobre os homicídios em Costa Rica continua, e as armas apreendidas deverão passar por perícia para verificar eventual relação com os crimes investigados.
