Homem é condenado a 7 anos e 9 meses por executar motoentregador em Campo Grande

Crime ocorreu em julho de 2024, no Moreninha II, e foi registrado por câmeras de segurança; Ministério Público apontou retaliação por droga furtada.

Publicado em 15/09/2026 às 21:39 - do Idest, com informações do CGNews - Em Policial

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(Osmar Veiga/CGNews)

Gustavo Matoso Medina, de 26 anos, foi condenado a 7 anos e 9 meses de prisão em regime fechado pelo assassinato do motoentregador Fábio Erick de Souza, de 25 anos. O julgamento ocorreu nesta terça-feira (15), pouco mais de dois anos após o crime, registrado por câmeras de segurança no Bairro Moreninha II, em Campo Grande.

O homicídio aconteceu na noite de 29 de julho de 2024, na Rua Alto da Serra. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), o crime teria sido motivado por uma dívida relacionada a drogas e cometido por motivo torpe.

Vítima foi morta a tiros

Conforme a denúncia apresentada pelo MPMS, Gustavo teria ido até a residência da vítima acompanhado de outro homem, que não foi identificado. Armado, ele teria efetuado vários disparos contra Fábio, que morreu ainda no local.

Segundo o Ministério Público, antes do homicídio, uma testemunha teria subtraído entorpecentes que pertenciam a Gustavo, a mando de Fábio. A execução teria ocorrido como retaliação pela perda da droga.

Na época do crime, a Polícia Civil encontrou cerca de 10 quilos de maconha escondidos sobre uma geladeira na casa da vítima. Também foram apreendidas duas balanças eletrônicas e uma faca de serra.

Carro usado na execução foi incendiado

Após os disparos, os suspeitos fugiram em um carro. O veículo foi localizado posteriormente incendiado em uma estrada rural, na saída para São Paulo.

A investigação apontou que o automóvel havia sido utilizado na execução.

Fábio trabalhava como motoentregador e morava sozinho na residência onde foi morto. Vizinhos chegaram a tentar socorrê-lo, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Condenação

Na denúncia, o Ministério Público afirmou ainda que o homicídio foi cometido por motivo torpe e mediante recurso que teria dificultado a defesa da vítima.

Gustavo respondia ao processo preso por outro caso. Com a condenação desta terça-feira (15), deverá cumprir 7 anos e 9 meses de reclusão em regime fechado.