Mato Grosso do Sul tem a 10ª maior esperança de vida do país, segundo IBGE

A expectativa de vida para os sul-mato-grossensesde é de 76,3 anos.

26/11/2020 às 10:54 | da Redação

A tábua de mortalidade de Mato Grosso do Sul projetada para o ano de 2019 forneceu uma expectativa de vida de 76,3 anos para o total da população, um acréscimo de dois meses em relação ao valor estimado para o ano de 2018 (76,1 anos). Entre as Unidades da Federação, Mato Grosso do Sul tem a 10ª maior esperança de vida, sendo a maior em Santa Catarina (79,9 anos) e a menor no Maranhão (71,4 anos). No Brasil, a esperança de vida é de 76,6 anos, três meses a mais que a registrada em 2018.

Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (26), os resultados das Tábuas Completas de Mortalidade por sexo e idade, para o Brasil, para o ano de 2019. Estas Tábuas de Mortalidade são provenientes da projeção oficial da população do Brasil para o período 2010-2060, que além de permitir que se conheçam os níveis e padrões de mortalidade da população brasileira, tem sido utilizada como um dos parâmetros necessários na determinação do chamado fator previdenciário para o cálculo dos valores relativos às aposentadorias dos trabalhadores que estão sob o Regime Geral de Previdência Social.

Sul-mato-grossenses vivem em média 13,4 anos a mais que na década de 80

Para o ano de 2019, a expectativa de vida ao nascer, que foi de 76,3 anos, significou um aumento de 13,4 anos para ambos os sexos, frente ao indicador observado em 1980.

Todas as idades foram beneficiadas com a diminuição dos níveis de mortalidade, principalmente as idades mais jovens, faixa onde se observa os maiores aumentos nas expectativas de vida.

Mulheres vivem em média sete anos a mais que homens

Para a população masculina, o aumento foi de três meses e sete dias passando de 72,6 anos para 72,9 anos, em 2019. Já para as mulheres, o ganho foi um pouco menor. Em 2018, a expectativa de vida ao nascer era de 79,7 anos, se elevando para 79,9 anos em 2019 (exatos dois meses e 23 dias maior).

Considerando os valores das expectativas entre homens e mulheres, uma recém-nascida no estado esperaria viver em média sete anos a mais que um recém-nascido do sexo masculino. Os maiores diferenciais de mortalidade por sexo refletem os altos níveis de mortalidade de jovens e adultos jovens por causas violentas, que incidem diretamente nas magnitudes das esperanças de vida ao nascer da população masculina.

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