Camapuã e Paraíso das Águas comemoram aniversários nesta quarta-feira

Municípios completam 78 e 23 anos, respectivamente, nesta quarta-feira, 30 de setembro.

Publicado em 30/09/2026 às 10:55 - do Idest, com informações do CGNews - Em Cidades

Vista aérea de parte da cidade de Camapuã.
Vista aérea de parte da cidade de Camapuã. (Assessoria Prefeitura - arquivo)

Camapuã e Paraíso das Águas comemoram 78 e 23 anos de história, respectivamente, nesta quarta-feira, 30 de setembro. Os municípios, localizados na região norte de Mato Grosso do Sul, têm trajetórias marcadas pela formação de identidades regionais próprias e por processos distintos de desenvolvimento e emancipação.

Camapuã tem tradição na pecuária

Camapuã tem população estimada em 13,5 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O município é conhecido como Capital do Bezerro de Qualidade devido à relevância nacional e à tradição na pecuária de corte.

A história de Camapuã começou com o estabelecimento de jesuítas espanhóis às margens do Ribeirão Camapuã, abaixo da área onde está a cidade atualmente. Após o fim da febre do ouro e das incursões das bandeiras, por volta de 1760, o local foi abandonado.

O repovoamento teve início no começo do século XX, quando a região já reunia fazendas de criação de gado e áreas de agricultura. Fazendeiros solicitaram, por intermédio da Prefeitura de Coxim, a criação do Patrimônio de Camapuã. Em 30 de setembro de 1948, o local foi transformado em município.

Paraíso das Águas foi emancipada após plebiscito

Paraíso das Águas tem população estimada em 5.510 moradores, conforme o IBGE. A emancipação político-administrativa foi aprovada em 2003, depois de um plebiscito realizado em Água Clara, Costa Rica e Chapadão do Sul.

Vista aérea de Paraíso das Águas.
Vista aérea de Paraíso das Águas. (Foto: Chico Ribeiro, Governo de MS)

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), a emancipação recebeu 96,34% dos votos. O processo, porém, foi questionado por Água Clara, que alegou prejuízos à economia em razão da perda de território.

No fim de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou válido o decreto estadual que concedia autonomia a Paraíso das Águas.