São Gabriel do Oeste registra produtividade de até 177 sacas de milho por hectare, aponta SIGA-MS
Município tem produtividade média preliminar de 157 sacas por hectare na segunda safra de milho; colheita no Estado alcança 63,9% da área monitorada.

São Gabriel do Oeste registra produtividade preliminar de até 177 sacas de milho por hectare na segunda safra 2025/2026, conforme levantamento do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com elaboração do Sistema Famasul, com informações levantadas até 14 de agosto.
Região Norte concentra colheita mais avançada
O município possui 84.471,54 hectares destinados ao cultivo de milho segunda safra. Na avaliação preliminar, a menor produtividade média registrada foi de 157 sacas por hectare, enquanto a maior chegou a 177 sacas.
Em relação às condições das lavouras, 68% da área de São Gabriel do Oeste foi classificada como boa, 26% como regular e 6% como ruim.
A Região Norte apresenta o maior percentual de colheita de milho no Estado. Até 14 de agosto, a região havia alcançado 76,4% da área colhida, acima das médias das regiões Centro, com 64,9%, e Sul, com 61,6%.
Colheita estadual chega a 63,9%
Em Mato Grosso do Sul, a colheita da segunda safra 2025/2026 alcançou 63,9% da área monitorada pelo SIGA-MS. O percentual está 2,9 pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período da safra anterior.
A área colhida corresponde a aproximadamente 1,41 milhão de hectares.
Na Região Norte, além de São Gabriel do Oeste, o levantamento acompanha os municípios de Sonora, Pedro Gomes, Corguinho, Coxim, Rio Verde de Mato Grosso, Camapuã, Bandeirantes, Rio Negro, Rochedo e Jaraguari.
O boletim aponta que a maioria das lavouras da região apresenta boas condições, embora exista risco de ocorrência de vendavais durante o ciclo.
Área de milho é menor nesta safra
A estimativa do SIGA-MS aponta que a segunda safra de milho ocupa 2,206 milhões de hectares em Mato Grosso do Sul, com produtividade média estadual estimada em 84,2 sacas por hectare e produção de 11,139 milhões de toneladas.
A área representa aproximadamente 46% daquela destinada à soja no Estado, redução relacionada principalmente à adequação das lavouras às janelas de plantio estabelecidas pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). Parte das áreas passou a ser destinada a culturas alternativas de segunda safra, como sorgo, milheto e pastagens.
