Técnicos vão à comarca de Camapuã para conhecer Família Acolhedora

Imagem: Divulgação TJMS

Camapuã é referência quando o assunto é acolhimento familiar, pois possui o serviço há 15 anos.

11/05/2018 às 07:21 | da Redação

Técnicos do município de Novo Horizonte do Sul foram ao Fórum de Camapuã, na última quarta-feira (09), conhecer de perto como funciona o Programa Família Acolhedora. O juiz Deni Luís Dalla Riva, da 2ª Vara Cível, Criminal, Infância e Adolescência da comarca, recebeu os profissionais Lidiane Picoli (assistente social), Jéssica Portela (psicóloga) e Witiney Costa (conselheiro tutelar), todos de Novo Horizonte do Sul, além da assistente social da comarca de Ivinhema, Ivanir Hansel.

Camapuã é referência quando o assunto é acolhimento familiar, pois possui o serviço há 15 anos, com o apoio da prefeitura. No município, todas as crianças e adolescentes afastadas dos genitores, por determinação judicial, ficam com famílias que fazem parte do Programa.

Durante a visita, os técnicos tiveram a oportunidade de se reunir com a equipe da alta complexidade de Camapuã, que atua diretamente na seleção, capacitação e acompanhamento das Famílias Acolhedoras. Em seguida, o juiz Deni Luís Dalla Riva esclareceu pontos apresentados pelos visitantes acerca do trabalho realizado em Camapuã.

No final, foram realizadas visitas às famílias que prestam o serviço de acolhimento, para que fosse possível a verificação real de como funciona o programa na prática.

Conheça – Mato Grosso do Sul possui, atualmente, 26% de municípios com o Serviço de Acolhimento Familiar implantado ou em vias de implantação. O serviço é destinado às crianças e aos adolescentes – temporariamente afastados dos pais biológicos por determinação judicial, que são colocadas em famílias da própria comunidade. Essas famílias são previamente selecionadas, capacitadas, remuneradas e acompanhadas durante e ao final do acolhimento.

Neste ambiente, elas encontram nessas famílias algo que só mesmo uma família pode dar: amor e afeto, algo básico no ambiente familiar, porém fundamental para aquele momento difícil pelo qual está passando o acolhido.

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